Dados Clínicos
Artigos sobre prontuário psicológico, registro documental, anexos, instrumentos clínicos, formulários e acompanhamento de pacientes. 54 artigos publicados.
Dados Clínicos ATA: quando a suspeita de autismo precisa virar observação clínica organizada
Entenda a origem da ATA, como ela apoia o rastreio de traços autísticos e por que deve ser usada como recurso complementar.
Dados Clínicos AUDIT-C: três perguntas para começar a falar de álcool
Entenda o AUDIT-C, sua relação com o AUDIT completo e os cuidados para usá-lo como recurso complementar.
Dados Clínicos AUDIT: falar de álcool sem moralismo e sem chute clínico
Entenda como surgiu o AUDIT, o que ele avalia e por que é um recurso complementar importante na triagem do uso de álcool.
CAGE: quatro perguntas que abrem uma conversa difícil sobre álcool
Entenda a história do CAGE, seu uso em triagem de álcool e os cuidados para interpretá-lo como recurso complementar.
CFQ-IPIP: falhas cognitivas cotidianas também contam uma história
Entenda o CFQ-IPIP, sua relação com o Cognitive Failures Questionnaire e os cuidados para usá-lo como recurso complementar.
DASS-21: quando depressão, ansiedade e estresse precisam ser vistos juntos
Conheça a DASS-21, sua origem, seu uso clínico e seus limites como recurso complementar na avaliação de estados emocionais.
DAST-10: triagem de drogas sem transformar cuidado em julgamento
Entenda a origem do DAST-10, seu uso na triagem de uso de drogas e os cuidados para interpretá-lo como recurso complementar.
Escalas e instrumentos complementares ao SATEPSI: por que eles importam na prática clínica
Entenda a diferença entre testes psicológicos, escalas clínicas e instrumentos complementares, e veja como usá-los com fundamentação, registro e responsabilidade.
GAD-7: ansiedade em sete itens, sem fingir que a vida cabe em sete itens
Entenda a origem do GAD-7, como ele apoia o rastreio de ansiedade e os cuidados para usá-lo como recurso complementar.
HAM-A: a ansiedade vista pelo olhar clínico, não só pelo autorrelato
Entenda a história da HAM-A, seu uso para avaliar gravidade da ansiedade e seus limites como recurso complementar.
HAM-D: medir gravidade depressiva exige mais do que somar sintomas
Entenda a história da HAM-D, seu uso para avaliar gravidade depressiva e seus limites como recurso complementar.
IPIP: o que é o International Personality Item Pool e por que ele aparece em tantas escalas
Entenda o que é o IPIP, por que ele se tornou uma referência em itens de domínio público e quais cuidados a psicóloga precisa ter ao usar escalas derivadas dele.
IPIP-TDAH: traços de desatenção e impulsividade sem vender diagnóstico rápido
Entenda o uso de itens IPIP para rastrear traços associados ao TDAH e os cuidados para interpretar esse recurso complementar.
K10: sofrimento psicológico com um pouco mais de nuance
Conheça a K10, sua origem, seu uso para rastrear sofrimento psicológico e os cuidados para interpretá-la.
K6: seis perguntas para não ignorar sofrimento psíquico
Entenda a K6, sua origem, seu uso no rastreio de sofrimento psicológico e seus limites como recurso complementar.
PHQ-4: quatro itens para não perder ansiedade e depressão de vista
Entenda o PHQ-4, sua origem, seu uso como rastreio ultrabreve de ansiedade e depressão e seus limites clínicos.
PHQ-9: quando o rastreio de depressão ajuda a conversa clínica a sair do vago
Entenda a história do PHQ-9, seu uso no rastreio de sintomas depressivos e os cuidados para interpretá-lo na clínica.
SCARED: ansiedade infantil não cabe em uma pergunta só
Conheça a SCARED, sua origem, seu uso no rastreio de ansiedade em crianças e adolescentes e seus limites clínicos.
SRQ-20: sofrimento psíquico comum também precisa de nome e medida
Conheça o SRQ-20, sua história na OMS e seu uso como recurso complementar para rastrear sofrimento psíquico.
WHO-5: bem-estar também é dado clínico
Conheça o WHO-5, sua história, seu uso para rastrear bem-estar subjetivo e seus limites como recurso complementar.
WHODAS 2.0 de 12 itens: sofrimento também aparece no funcionamento
Entenda o WHODAS 2.0, sua origem na OMS e seu uso como recurso complementar para avaliar funcionamento e incapacidade.
Por que pacientes abandonam a psicoterapia
Abandono da psicoterapia pode envolver vínculo, expectativa, dinheiro, contexto, manejo de ruptura e sentido percebido pelo paciente.
Clonazepam e medicalização da vida
Clonazepam pode aliviar sofrimento real, mas seu uso cotidiano também revela uma sociedade que tenta silenciar ansiedade, insônia e exaustão.
Diário de bordo na terapia: autoconsciência entre sessões
Diário de bordo na terapia pode transformar a semana em material clínico, desde que tenha finalidade, leveza e cuidado com privacidade.
Drive genérico para registro documental: por que guardar arquivo não é o mesmo que documentar
Entenda os limites de usar drives genéricos para registro documental na Psicologia e quando um sistema clínico oferece mais segurança e organização.
O fim dos psicoestimulantes para TDAH?
O debate sobre psicoestimulantes para TDAH não autoriza manchetes fáceis. Ele pede leitura cuidadosa, contexto e acompanhamento médico.
Google Forms pode ser usado para anamneses? Para dado clínico, a resposta é não
Entenda por que Google Forms genérico não deve ser usado como base para anamnese psicológica com dados sensíveis, prontuário e informações clínicas.
Google Forms vs Corpora Forms: formulário genérico ou formulário dentro da clínica?
Compare Google Forms e Corpora Forms para psicólogas, considerando anamnese, dados sensíveis, prontuário, organização, segurança e acompanhamento.
Patologização da vida: quando todo incômodo vira transtorno
Patologização da vida acontece quando sofrimento, cansaço, conflito e diferença são tratados rápido demais como transtorno.
Prontuário psicológico: memória clínica, não depósito de texto
Prontuário psicológico não precisa guardar tudo. Ele precisa preservar o que sustenta continuidade, responsabilidade e leitura clínica.
TDAH, medicação precoce e cuidado integral
TDAH exige cuidado integral. Medicação pode fazer parte do tratamento, mas contexto, família, escola, rotina e psicoterapia importam.
TDAH não nasceu no TikTok
A conversa sobre TDAH cresceu nas redes, mas o transtorno não nasceu nelas. O desafio é separar visibilidade de banalização.
Anexos no prontuário psicológico: como organizar arquivos sem perder contexto
Veja como lidar com anexos no prontuário psicológico, incluindo documentos recebidos, PDFs, contratos, relatórios e materiais clínicos.
Arquivamento de documentos psicológicos: como guardar sem criar um labirinto
Entenda como pensar arquivamento de documentos psicológicos com organização, segurança, versões e acesso responsável.
Avaliação psicológica e SATEPSI: o que precisa estar no radar da psicóloga
Entenda como o SATEPSI entra na avaliação psicológica, quais cuidados observar ao usar testes, escalas e instrumentos clínicos, e como organizar registros com responsabilidade.
Como preencher prontuário psicológico com clareza e responsabilidade
Veja critérios práticos para preencher prontuário psicológico sem cair em excesso de texto, lacunas importantes ou registros soltos.
Contrato terapêutico para psicólogos: combinados claros sem esfriar o vínculo
Veja como pensar contrato terapêutico para psicólogos, organizando horários, faltas, pagamentos, sigilo, modalidade e documentos.
Escalas psicológicas no prontuário: como registrar resultados com contexto
Entenda como organizar escalas psicológicas no prontuário, evitando números soltos e preservando interpretação profissional.
Evolução clínica na Psicologia: como registrar mudanças sem simplificar o processo
Entenda como registrar evolução clínica na Psicologia com cuidado, observando continuidade, hipóteses, intervenções e limites do registro.
Formulários clínicos para psicólogos: organização sem transformar cuidado em cadastro
Entenda como formulários clínicos para psicólogos podem apoiar triagem, acompanhamento e documentos sem gerar excesso de burocracia.
O que escrever no prontuário psicológico sem registrar demais nem de menos
Entenda o que pode entrar no prontuário psicológico, como separar informação clínica relevante de excesso de detalhe e como manter registros úteis.
Plano terapêutico na Psicologia: direção clínica sem engessar o processo
Veja como pensar plano terapêutico na Psicologia como organização de hipóteses, objetivos, acompanhamento e revisão clínica.
Prontuário eletrônico é obrigatório para psicólogos?
Entenda a diferença entre obrigação de registro documental e uso de prontuário eletrônico por psicólogas, com cuidados de CFP, LGPD e organização clínica.
Prontuário psicológico e sigilo profissional: registrar bem sem expor além do necessário
Entenda como relacionar prontuário psicológico e sigilo profissional, com exemplos de escrita clínica, acesso, dados de terceiros e segurança.
Questionários para pacientes na Psicologia: quando usar e como organizar respostas
Veja como questionários para pacientes na Psicologia podem apoiar triagem, acompanhamento e preparação de sessão com cuidado ético.
Registro de atendimento psicológico: o que organizar depois de cada sessão
Veja como organizar registro de atendimento psicológico com data, contexto, informações relevantes, encaminhamentos e continuidade clínica.
Anotações de sessão: como registrar atendimentos sem transformar a clínica em burocracia
Um guia prático para fazer anotações de sessão em Psicologia com objetividade, relevância clínica e menos peso burocrático.
Como organizar documentos psicológicos sem se perder em pastas, PDFs e versões
Aprenda a organizar documentos psicológicos, anexos, recibos, contratos e versões com menos retrabalho e mais segurança na rotina clínica.
Diário de bordo para pacientes: como acompanhar processos entre sessões
Entenda como diário de bordo para pacientes pode apoiar continuidade do cuidado entre sessões, com registros seguros e leitura profissional.
Instrumentos clínicos para psicólogos: como usar escalas e questionários com responsabilidade
Veja como usar instrumentos clínicos, escalas e questionários como apoio à prática psicológica, com interpretação profissional e organização.
Modelos de prontuário psicológico: SOAP, DAP, BIRP e outras formas de organizar registros
Conheça modelos de prontuário psicológico e veja como adaptar estruturas como SOAP, DAP e BIRP à rotina clínica sem engessar o atendimento.
Prontuário psicológico digital: o que a psicóloga precisa saber
Entenda como organizar o prontuário psicológico digital com responsabilidade clínica, segurança, rotina prática e menos dispersão no consultório.
Prontuário psicológico online: segurança, acesso e organização no consultório
Entenda como o prontuário psicológico online pode facilitar acesso seguro, backup, rastreabilidade e organização da clínica psicológica.
Registro documental na Psicologia: como organizar informações clínicas com responsabilidade
Veja como estruturar o registro documental na Psicologia sem transformar informações clínicas em textos soltos, duplicados ou difíceis de consultar.