Conteúdo para psicólogas e clínicas de psicologia
Guias práticos sobre prontuário, agenda, cobrança, IA clínica, LGPD e gestão do consultório.
Dados Clínicos ATA: quando a suspeita de autismo precisa virar observação clínica organizada
Entenda a origem da ATA, como ela apoia o rastreio de traços autísticos e por que deve ser usada como recurso complementar.
AUDIT-C: três perguntas para começar a falar de álcool
AUDIT: falar de álcool sem moralismo e sem chute clínico
CAGE: quatro perguntas que abrem uma conversa difícil sobre álcool
CFQ-IPIP: falhas cognitivas cotidianas também contam uma história
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Administração
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Administração Administrar consultório é trabalho clínico indireto
Agenda, cobrança e organização não são opostos da clínica. São a estrutura que sustenta o cuidado. Entenda por que gestão é parte da prática psicológica.
Administração Por que uma clínica pequena precisa de sistema desde cedo
Agenda, prontuário, financeiro e lembretes são as bases de qualquer clínica. Improvisar no início tem custo real. Entenda por que sistema não é luxo para psicólogas autônomas.
Administração A clínica precisa de ciência e de sentido
Dados descrevem, mas não esgotam a experiência humana. Por que a clínica psicológica não pode escolher entre rigor científico e sentido do sofrimento.
Dados Clínicos
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Dados Clínicos DASS-21: quando depressão, ansiedade e estresse precisam ser vistos juntos
Conheça a DASS-21, sua origem, seu uso clínico e seus limites como recurso complementar na avaliação de estados emocionais.
Dados Clínicos DAST-10: triagem de drogas sem transformar cuidado em julgamento
Entenda a origem do DAST-10, seu uso na triagem de uso de drogas e os cuidados para interpretá-lo como recurso complementar.
Dados Clínicos Escalas e instrumentos complementares ao SATEPSI: por que eles importam na prática clínica
Entenda a diferença entre testes psicológicos, escalas clínicas e instrumentos complementares, e veja como usá-los com fundamentação, registro e responsabilidade.
Financeiro
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Financeiro Cobrar por pacote ou por sessão? A decisão financeira que também mexe no vínculo
Entenda quando faz sentido cobrar por pacote, por sessão ou mensalidade na clínica psicológica, com cuidados para manter clareza financeira e relação terapêutica.
Financeiro Fechamento mensal para psicólogos: como encerrar o mês sem reconstruir tudo
Entenda como fazer fechamento mensal para psicólogos, conferindo agenda, pagamentos, recibos, pendências e Receita Saúde.
Financeiro Inadimplência na clínica psicológica: como lidar sem bagunçar a relação
Veja como organizar inadimplência na clínica psicológica com política clara, registros financeiros, comunicação cuidadosa e sustentabilidade.
IA e Tecnologia
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IA e Tecnologia IA pode resumir sessão sem virar autora do prontuário?
IA pode apoiar resumo de sessão, mas o prontuário psicológico precisa continuar sendo revisado, assumido e assinado pela psicóloga.
IA e Tecnologia Quando o design da IA muda a decisão clínica
Não basta perguntar se a IA acerta. A forma como a sugestão aparece pode mudar a decisão da psicóloga.
IA e Tecnologia Dá para fazer terapia com ChatGPT?
ChatGPT pode organizar pensamentos e oferecer respostas úteis, mas isso não equivale a psicoterapia com vínculo, ética e responsabilidade clínica.
Segurança
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Segurança E se o paciente gravar a sessão? Atendimento online em um mundo que vive em rede social
Entenda como psicólogas podem pensar gravações feitas por pacientes, combinados no atendimento online, sigilo, contrato terapêutico e exposição em redes sociais.
Segurança Google Drive vs sistema para psicólogos: quando pasta em nuvem deixa de ser organização
Compare o uso de Google Drive e sistema para psicólogos na rotina clínica, com foco em prontuário, documentos, segurança, busca, acesso e responsabilidade.
Segurança HD externo, computador e dados de pacientes: o risco esquecido na manutenção
Entenda como computadores, HDs externos e assistências técnicas podem expor dados clínicos, e quais cuidados reduzem riscos de vazamento na Psicologia.
Mais recentes
Ver todos os artigos →GAD-7: ansiedade em sete itens, sem fingir que a vida cabe em sete itens
Entenda a origem do GAD-7, como ele apoia o rastreio de ansiedade e os cuidados para usá-lo como recurso complementar.
Dados ClínicosHAM-A: a ansiedade vista pelo olhar clínico, não só pelo autorrelato
Entenda a história da HAM-A, seu uso para avaliar gravidade da ansiedade e seus limites como recurso complementar.
Dados ClínicosHAM-D: medir gravidade depressiva exige mais do que somar sintomas
Entenda a história da HAM-D, seu uso para avaliar gravidade depressiva e seus limites como recurso complementar.
Dados ClínicosIPIP: o que é o International Personality Item Pool e por que ele aparece em tantas escalas
Entenda o que é o IPIP, por que ele se tornou uma referência em itens de domínio público e quais cuidados a psicóloga precisa ter ao usar escalas derivadas dele.
Dados ClínicosIPIP-TDAH: traços de desatenção e impulsividade sem vender diagnóstico rápido
Entenda o uso de itens IPIP para rastrear traços associados ao TDAH e os cuidados para interpretar esse recurso complementar.
Dados ClínicosK10: sofrimento psicológico com um pouco mais de nuance
Conheça a K10, sua origem, seu uso para rastrear sofrimento psicológico e os cuidados para interpretá-la.
Dados ClínicosK6: seis perguntas para não ignorar sofrimento psíquico
Entenda a K6, sua origem, seu uso no rastreio de sofrimento psicológico e seus limites como recurso complementar.
Dados ClínicosPHQ-4: quatro itens para não perder ansiedade e depressão de vista
Entenda o PHQ-4, sua origem, seu uso como rastreio ultrabreve de ansiedade e depressão e seus limites clínicos.
Dados ClínicosPHQ-9: quando o rastreio de depressão ajuda a conversa clínica a sair do vago
Entenda a história do PHQ-9, seu uso no rastreio de sintomas depressivos e os cuidados para interpretá-lo na clínica.
Dados ClínicosSCARED: ansiedade infantil não cabe em uma pergunta só
Conheça a SCARED, sua origem, seu uso no rastreio de ansiedade em crianças e adolescentes e seus limites clínicos.
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